A Montanha de Vangah

4° Episódio
Capitulo I


Naquela noite enquanto íamos para Vangah Elessar estava quieto demais.
Não sei se pensativo ou atento. 
Talvez precisando movimentos na floresta, de algum mercenário em busca do Tigre.
Magno foi me contando sobre uma parte de sua infância que ele não contou no dia de sua metamorfose em tigre. Ele me disse que uma grande parte de sua vida está esquecida, como se ele tivesse tido uma amnésia parcial, mas me contou uma boa parte que eu apreciei muito.

Magno era um Cigano feliz antes de Larissa morrer.
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Sua mãe era uma lutadora, mulher forte que comandava o grupo a que pertencia. Uma Deusa para Magno! 
Porque a vida deles ao lado do Cigano Dedylson seu pai, nunca foi muito agradável. Raramente Magno o via com ar feliz e não era por causa da mulher e do filho.

Magno não teve a satisfação de conhecer o Cigano de que sua mãe falava: Um homem alegre que cantasse nas rodas ciganas e tocasse seu alaúde, conheceu apenas uma pessoa muito bruta e foi criado de uma forma muito difícil.

O pai dele mudou depois que conheceu o “Mandíbula de ferro” Em uma saída do Acampamento para trabalhar; Dedylson era quiromante: “quiromancia” é uma arte cigana complexa de interpretar as linhas da palma da mão. 
Eles leem pelo formato, tamanho e textura. 
Acontece que Dedylson usava a quiromancia como fachada; 
Ele podia ver o futuro das pessoas que ele tocava, ele via um futuro eminente. Ao invés de ler as tendências e as potencialidades do indivíduo, Dedylson previa os problemas de vários gêneros que a pessoa teria, dando assim a chance para poder mudar e evitar tais problemas.

Quando pediam que ele lesse o passado. Ele dizia que o passado já estava feito e que não haveria necessidade de ele ler o que todos já sabiam. (e isso colava)

Um dia foi abordado por “Mandíbula de ferro” e obrigado a trabalhar para ele ou perderia seu filho e esposa. Depois disso Dedylson não trabalhou mais com quiromancia pelas redondezas. De vez em quando viajava para ler em outras cidades (era quando o bruxo exigia a presença dele)

Ele com suas atribulações mantinha a família “no cabresto” O ciganinho Magno não tinha muitas coisas a fazer, não era tratado como uma cria. Para ele só existiam obrigações.

Mas o ciganinho sempre teve a mente fértil o que o ajudou muito: quando seu pai viajava para trabalhar. Ele aproveitava e viajava também “ia ver o mundo” como ele dizia. 
Mas fazia isso nas cidades bem próximo a seu acampamento onde ele soubesse ir e voltar. Para ele, era como dar a volta ao mundo em diversas aventuras.
Numa dessas aventuras, Magno se deparou com algo diferente.

Chegou a uma avenida onde havia muitos humanos amontoados e um grande empurra-empurra para assistir a um duelo! Tinham dois humanos no centro da avenida prontos para um combate mortal.( pela excitação dos que assistiam...

Magno estava ao oposto delas em um local privilegiado que ficava de frente para os duelistas. 

. Do lado direito: um humano aparentando pouco mais de 37 verões. Alto, esguio e com cicatrizes no rosto. Carregava uma espada longa e larga. Combinando com seu porte físico. Vestia calças e botas de caça, na parte de cima do corpo, apenas um colete de couro.

Diferente o humano a esquerda dele que tinha o porte elegante!

Podendo se dizer. que o mais elegante Senhor que ele já tinha visto em sua vida...
Suas vestes eram bem desenhadas: vestia Calça social finíssima, camisa de seda branca, sobretudo, com cortes elegantes e uma cartola Jean Sablon
Um social elegante! 
Ele aparentava ser mais jovem que o humano da cicatriz e era mais alto.

O Ciganinho não sabia descrever seu porte. Mas não parecia ser fraco.
O adversário que mais encantou o Ciganinho empunhava duas espadas magnificas!
Tão elegantes quanto seu portador.
Todos os movimentos do duelista elegante eram fascinantes para Magno.

o Ciganinho não precisou esperar muito para ver o espetáculo
Então, sem nenhuma palavra, a luta começou: e seus ouvidos foram assaltados por um brado seguido do estrépito e das espadas se chocando
O humano da cicatriz investiu ferozmente e rápido enquanto o humano elegante, apenas suspendeu as espadas e esperou.
Houve uma sequência de golpes e choque de espadas, ataques e defesas mais rápidos que Magno poderia acompanhar.

A pressão e a presença daqueles dois fazia Magno se sentir duelando com eles.
Ambos eram fortes de espíritos. 
O Ciganinho também vinha de uma linha espiritual muito forte e podia sentir toda a energia que os espíritos dos lutadores emanavam dando a ele toda agitação e excitação agoniante da luta, que por uns instantes ele achou que não estava respirando. Aliás, parecia que ele não sabia respirar.

"O Sir elegante"
defendia os incansáveis ataques do “cicatriz” uma hora com uma espada, outra com a outra. Parecia que ele não tinha tempo para se defender com uma só espada. Os golpes provocava pressão no ar. Magno sentia como se a qualquer momento fosse ser jogado longe... E iria, se a vontade dele estar ali não fosse tão grande.

Num piscar de olhos o “cicatriz” fez um novo ataque mais rápido e feroz, enquanto o 
"O Sir elegante"
  ao invés de esperar o ataque adversário deu um passo de lado, com a perna esquerda (uma meia esquiva) com a espada da mão direita e estando quase lado a lado com o “cicatriz” aparou o golpe... 
Com a espada na altura de seu ombro e parte das suas costas como apoio, para aparar a força do golpe. "O Sir elegante"  deu com um giro Muito rápido,
e voltou seu corpo ficando de costas para o inimigo e tendo espada esquerda, atravessada no coração do “cicatriz”. Tudo foi muito rápido! E magno voltou a respirar.

Os humanos olhavam aquela cena com as bocas abertas e sem reações.
A espada não fazia mais pressão em suas costas e caiu no chão.
O cicatriz” soltou sangue pela boca ainda de pé, apoiado apenas pela espada no seu coração.

"O Sir elegante" fez um giro, para a esquerda, voltando a ficar de lado e puxou a espada arrancando-a do corpo do seu oponente enquanto o mesmo caia sem vida aos seus pés. Magno ficou admirando aquele humano que empunha duas espadas!

E num gesto instintivo olhou para suas mãos.

Como já estava com “birra” por seu pai ter dito que a mão canhota dele era amaldiçoada Magno já havia começado a usar a mão esquerda e sentia-se Fantástico por conseguir fazer pequenas coisas, como se alimentar.
Mas aquele humano empunhando duas espadas, com elegância, maestria, força e velocidade, ensinou ao Ciganinho qual infantil ele ainda era, e que precisava conhecer aquele Senhor Elegante.Prometeu a ele mesmo que iria atrás dele e quem sabe ele o ensinasse o caminho das duas espadas.

Quem sabe um dia, ele seria tão bom quanto ele..

(Mal sabia o Ciganinho que era impossível um simples humano lutar de igual com um vampiro, pois esse, não era ninguém menos que Last, seu mestre e Mentor)

Capitulo II

Estávamos quase chegando a montanha de Vangah quando Elessar usou seus movimentos silenciosos para nos dar instruções. A montanha estava gelada! Já estava perto da muralha que rodeava o cume da montanha onde viviam os Elfos de Vangah.

Depois de alguns instante quase congelando Magno se assustou quando viu os caminhantes brancos da floresta de Vangah ! Eram sombras frias que faziam um som parecido com o sopro em um chifre. Magno e eu quase gritamos com o susto vindo de repente. Magno tremia de frio e de medo e lembrou de alguma passagem da sua vida quando tinha pesadelos e viajava para um mundo gelado assim, e matava escorpiões com suas espadas duplas. 

Os dedos dele estavam encurvados dentro da luva. Congelados. Elessar vendo isso disse a ele:

= Magno! Tudo isso é parte da montanha. É uma montanha mágica e expulsa seres indesejados. Então se concentre em seu elfo! Sei que ele ainda dorme ai dentro de ti e pode aflorar a qualquer hora para lhe ajudar.

Magno desajeitadamente puxou suas espadas, firmou o passo e começou a caminhar com elas na mão pela neve. 
De repente viu um cavalo passar em galope e relinchando. Empunhou a espada!

Elessar perguntou:

= O que voce viu amigo?

Magno contou a ele e Elessar falou:

= Ainda são miragens tente se acalmar. Voce é humano e tem facilidade em ver as miragens que existe em Vangah.

Magno arregalou os olhos olhando para frente com as espadas em punho e eu falei para Elessar:

- Dessa vez eu também estou vendo Elessar!

Elessar confirmou com a cabeça! Eram grandes seres com as cabeças cobertas por elmos, barbudos, empunhando machados de cabo longo e lanças de mais ou menos dois metros  e marchavam em nossa direção. Magno sussurrou:

- Por Santa Clara são centenas!

Eles se aproximavam!!
 Magno ouvia relincho de cavalos passando a galope e de repente ele senti que estava num emaranhado de aço, couro e carne de cavalos... 
O cigano fechou os olhos e apertou tentando espantar as miragens... Quando os abriu, as criaturas formigavam em torno de nós. 
Magno estava apavorado com as mãos negras que tentavam agarrá-lo, com olhos de fogo e com o vento que soprava uivando. 



Elessar vendo que o Cigano estaria perdido quando começássemos a lutar pensou rápido:  E Gritou:

= Lorian Venha! Seja luz!

Magno que estava vendo cavalos tropeçando, rolando, seres caindo das celas e se agarrando aos seus animais tão forte que rasgavam as barrigas dos cavalos deixando seus intestinos espalhados pela neve, machados e espadas retalhando carne morta....

Ao ouvir o chamado de Elessar.... Parou de repente. Retirou seu casaco pesado e entrou na formação conosco! Nós demos graças a Febeh.

Antes que pudéssemos fazer qualquer coisa o Cigano agarrou com firmeza suas espadas

"Magno era um dos poucos espadachins que portava espadas diferentes em cada mão
Na destra: ele empunhava uma “Ajagar sans” (Bafo do dragão) Presente de seu 
Mentor. Parecida com a lendária espada da “Dama do Lago” com o mesmo poder, peso e resistência, mas com tamanho e formato diferente porque foi forjada para um guerreiro “caçador de dragões”. Por isso precisava ter a lâmina mais longa e ter o corte mais letal que qualquer outra espada. 
Foi forjada com ouro e prata por um anão de nome Totactor amigo do Mentor de Magno. 

Quando seu Mentor lhe contou a história da espada ao lhe oferecer o presente. Magno que ainda era adolescente e afoito, disse ao seu mestre: que como aquela era a espada de um assassino, agora ele a chamaria de “Exterminadora” E com ela ele traria o caos! 
 Seu Mentor achou falta de respeito, mas como era um presente não se opôs.

Na mão esquerda: Magno empunhava “Devadoot Nyay” (Gradião da Justiça) uma espada élfica! Que foi um presente da Elfa Ireth Tarsartir Ex esposa de Elendil, morta pelo rubi mágico!
No dia do casamento de Ireth! Uma ciganinha de nome Larissa ofereceu aos noivos sua mais bonita dança cigana nupcial, encantando a jovem Noiva do Rei de Uhat.

Como presente para Larissa a noiva ofereceu “Devadoot Nyay” por ter sido a ciganinha tão gentil e carinhosa com ela. 
Era a espada que ela usava como Capitão do exercito de Uhat. Depois do casamento e como Rainha! Ireth não estaria mais à frente do exército e a espada era seu bem material mais precioso.

A espada podia cortar o aço e era dotada de poderes místicos.

Quando Larissa morreu Magno empunhou “O guardião da justiça” Na mão que seu pai dizia ser amaldiçoada, e que ele por sua vez achava ser a sua melhor empunhadura." 

Portando suas duas espadas Magno pulou onde havia espaço entre os seres que estavam a altura de ataque, justamente quando um deles atacou com sua lança! O Cigano rápido como um raio cruzou suas espadas sobre a cabeça, o oponente atingiu as lâminas do Cigano tendo seu golpe bloqueado. Com um chute forte. Magno o jogou no chão, avançou sobre ele e enfiou sua “Exterminadora” na carne macia do ogrão bem na hora que dois outros atacavam. 
Elessar e eu bradávamos nossas espadas derrubando os que vinham ao nosso encalço Magno tinha várias feridas nas pernas e nos braços e seu rosto estava sangrando, mas ele não parava de lutar.
 De repente ele olhou para minha direção e avistou alguns oponentes que me acertavam com ódio, cujos ataques eu defendia com muito esforço e aflição.

Eu não conseguia mais ser a assassina que fui outrora e isso estava deixando a luta mais intensa. 
Magno deu um salto apoiando nos oponentes que ele lutava e fincou a espada em um, dois três... Dos oponentes que me atacavam com uma velocidade incrível antes que fosse atingido pelas lanças e machados dos ogrões
De repente Elessar gritou

= Cuidado Lorian

Magno olhou por cima do ombro direito e viu com o canto do olho um deles se aproximando com o golpe armado. Antes de se mover o Cigano sentiu que a lâmina inimiga o atingiria em cheio de qualquer jeito.

Ao se virar já contava com a dor lancinante causada pela arma inimiga... 
Entretanto, mesmo assim, virou o corpo rápido furando com a espada da mão direita o adversário que estava lutando com ele. E usando o apoio deste...
 Com a espada da mão esquerda atacou o que estava na eminência de acertá-lo, eu fechei os olhos para não vê-lo morrer.

Quando abri... Vi que... O golpe do oponente foi falho e a “Guardião da Justiça” de Magno por sua vez havia cortado o elmo do ogrão barbudo e atravessado sua cabeça.

Já tínhamos matado muitos deles quando Elessar disse-nos.

= Esses oponentes não fazem parte da montanha, eles  vieram apenas para nos matar!

Magno que parece já haver percebido isso - disse:

- Elessar leia minha mente:
Alguns segundos depois Elessar concordou:

= Voce tem razão Cigano precisamos fazer algo.

- Não adiantará Elessar! Ele sempre estará adiante de nós.

Os dois continuaram a lutar em silêncio.

Eu não estava certa do tamanho do problema em que estávamos. Sabia muito bem que éramos letais, mas o que vinha pela frente era terrivelmente perigoso. Por Magno ter dito: “ele está adiante de nós”
Isso indicava que o nosso inimigo, seja lá quem fosse, sabia o que faríamos antes mesmo de pensarmos em fazer.
Eu não fazia ideia do que fosse, mas sentia Euturiel vibrando em minhas mãos com fúria.
As lâminas negras das minhas adagas pressentiam o perigo.

Olhei para Magno lutando totalmente coberto pelo sangue dos oponentes. O sangue deixava as lâminas das espadas de Magno cada vez mais belas!
Além disso! Parecia que ele sentia prazer em matar.
Tínhamos destruído um exército de seres gigantes e ele não se cansava!
 Era encantador até mesmo banhado de sangue.

Quando o Cigano lutava parecia estar dançando uma dança letal
Quanto mais adentro da cidade chegávamos, mais fúria ele tinha nas suas espadas.
Elessar lutava com esmero, mas com muita sapiência para não nos colocar em perigo. Sua espada negra parecia ter vida... Quando cortava um oponente letalmente emanava uma energia azul repelindo a alma negra do inimigo.

Quando chegamos a um ponto onde só existia gelo e nenhuma árvore Elessar me disse

= Agora precisamos acabar com isso Sigel. Lorian quando eu disser corra para junto de nós.
Nós ainda cortamos algumas cabeças até que Elessar Dissesse

= Agora Lorian!

Sem saber o que estava acontecendo Magno correu ao nosso encontro como Elessar pediu; e nós o prendemos entre nossos braços com as mãos dadas.

Elessar e eu criamos um ciclone com a menor extensão quilométrica possível para acertarmos apenas os oponentes e não chegar a nenhuma árvore ou animal da Floresta branca de gelo. Nosso ciclone teve uma rotação de 370 km por hora e uma grande quantidade de energia cuja potência chegou a 3000 milhões de toneladas.

Os seres giravam nessa força da natureza. Morrendo todos, uns asfixiados, outros despedaçados.

Precisávamos pegar com precisão e com rapidez a maior quantidade deles por que em ar gelado o ciclone perde a força e a intensidade rápido.
Quando os gritos sessaram, desfizemos o ciclone.

Isso exigiu grande quantidade de energia nossa e caímos desfalecidos assustando Magno que estava protegido no olho do ciclone.

Mas foi por pouco tempo. Logo nos recuperamos. Bem a tempo de sermos tele transportados por Sion. Saindo do meio daquele mar de corpos despedaçados.

Pousamos suavemente num grande salão de entrada que tinha o teto alto, o piso de carvalho. As paredes  vermelhas com diversos itens de decoração em ouro e prata.
Mostrando-nos que estávamos em um local nobre.

A nossa frente uma grande escadaria forrada com tapete lilás levava até o andar de cima. Subimos até ele e caminhamos nos corredores por uns vinte metros onde uma porta se escancarou a nossa frente. Ao invés de entrarmos saímos...

Magno perguntou encantado com a visão:.

- O Mago Sion mora em uma Floresta??

Ele mesmo respondeu ao cigano saindo de uma grande árvore:

Sim meu Amigo!! Minha árvore interliga todas as árvores desta floresta!

Interligam?? Como assim Mago Sion?

- Não tem nada incrível meu querido! Alias! O mais incrível dessa floresta é que ela existe.
A floresta de Vangah possui uma rede subterrânea composta por fibras feitas de fungos colaborando com o que as outras árvores precisarem, trocando nutrientes, ajudando às árvores mais fracas, organizando estratégias de sobrevivência e competição. 
Porque árvores sentem, pensam e guardam suas memórias. As árvores podem sentir a diferença se tiver um  galho podado ou mordido por um veado, porque elas sentem o sabor da saliva do veado.
Quando elas são derrubadas, não morrem, porque o sistema de raízes pode permanecer vivo por séculos.

- Mas chega de falar da minha floresta! Contem-me  o que voces vieram fazer tão longe?? 
- E voce Cigano como conseguiu voltar sem estar no prazo?
Fechamos nossas bocas encantadas e Elessar falou!

- Precisamos conversar seriamente querido Mentor!

-Precisamos mesmo meu amigo! Preciso saber como voce trouxe um humano até as montanhas geladas vestido assim, sem proteção contra o frio??

= Eu clamei por Lorian!

Disse Elessar olhando para o Cigano que eu já não sabia mais quem fosse.

E Sion respondeu:

- Venham comigo meus amigos! Precisamos mesmo conversar, mas na minha árvore onde nada entra e nada sai.....
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