O Caminho Da Espada

5°Episódio
Introdução

Depois que entramos na árvore de Sion.
Passamos a noite toda conversando com ele em sua maravilhosa Floresta.
 O próprio nome da floresta já colaborava com a imagem mágica que víamos; 
O nome Vangah queria dizer “Lúgubre” 
Alguns Elfos disseram que o nome foi dado devido à pouca luz que a folhagem espessa das árvores deixava passar, outros Elfos disseram que o nome Vangah é devido a impressão que os pinheiros escuros causam à distância.

No entanto, na manhã seguinte quando acordamos suas paisagens maravilhosas de montanhas, lagos, coníferas e vilas élficas costuravam um dos destinos mais fascinantes que já vi.

Vangah é habitada por Elfos com dois metros de altura e pele bioluminescente ligeiramente cinzentas e olhos fosforescentes. Esses Elfos vivem em harmonia total com a natureza e são considerados primitivos pelos humanos.
Os Elfos de Vangah veneram a deusa da vida, chamada "Elentari". 
Os humanos são seres abomináveis por eles, por não serem capazes de venerar e sentir profundamente a natureza.

Capitulo I

Durante quase toda madrugada conversamos e contamos a Sion tudo que nos aconteceu e principalmente a Magno. Depois de ouvir Sion levantou-se e começou a andar pela grande sala dentro da árvore movendo entre os dedos três esferas vivas, que passeavam umas pelas outras em suas mãos.
 Depois de uma grande refeição Sion nos disse:

*- No meu entendimento o que ocorreu com Magno foi uma força elementar Punctas
"Forças Punctas" São elementos que fazem parte do "akasha".
Esses elementais atômicos, povoam os elementos físicos em nosso organismo, ou natureza interior.
De acordo com a lei das analogias, os elementos físicos presentes na natureza exterior, se manifestam também em nosso organismo e possuem suas regiões específicas, ainda que seu trabalho alcance diferentes regiões do organismo.

As Elfas usaram magia élfica para transformar Magno em Lorian!
A magia ainda não estava no tempo de ser desfeita quando a “Mandíbula” o enfeitiçou!
Acontece que a alma Puncta de Magno já possuía o feitiço do Tigre herdada de sua mãe e desfeita pelo grande "Arcanjo fallen" para se casar com Dedylson! Deixe-me explicar direito.

Quando Larissa fez dezesseis anos a família dela deu uma grande festa no acampamento Cigano. Como os pais dela eram muito amáveis convidou o acampamento Cigano rival e Tamires filha dos lideres desse acampamento gostava de um cigano de nome Ramon e esse por sua vez, achava a moça muito “pedante” e não lhe dava a mínima. Tamires fez de tudo para chamar atenção de Ramon que só tinha olhos para Larissa. Quando a festa terminou Tamires procurou-o para chamá-lo, quem sabe poderiam ir embora juntos...

Mas encontrou Ramon com Larissa na beira do rio refrescando os pés depois de dançarem muito. Irada com o que viu Tamires atirou uma pedra em Larissa ferindo o rosto dela. Ramon tirou imediatamente o lenço que usava na testa e limpou a ferida de Larissa enquanto ralhava com Tamires por aquele ato insano. Depois jogou o lenço fora e levou a moça até seus pais para que cuidassem da ferida.

Sentindo-se humilhada pelo desprezo Tamires apanhou o lenço no chão e levou até o feiticeiro do seu povo. E pediu um feitiço para que separasse alguém do homem que ela amava e disse a ele que tinha com ela o sangue da vítima

. O feiticeiro disse que poderia fazer sim, porém ele era um “coletor de almas” e ela teria que dar algo em troca. E teria que ser algo muito precioso para ela. Quem sabe, até fosse seu bem mais precioso.
Tamires nem quis saber o valor da troca aceitou na hora. Entregou o lenço de Ramon com o sangue de Larissa ao feiticeiro.

O feiticeiro pediu que ela pensasse com toda sua força na pessoa que ela queria separar de seu homem e em seguida em um animal. 
Depois exigiu sigilo sobre o feitiço e sobre a pessoa em questão, nem mesmo ele deveria saber para quem estava fazendo o feitiço, ou não daria certo.

Após Tamires fazer o que ele pediu. O feiticeiro disse a ela que fosse embora, mas que não esquecesse que assim como a pessoa à quem ela lançou o feitiço perderia algo precioso, ela também perderia e seria na próxima noite de lua cheia.

Tamires deu de ombros ela só queria ver sua vingança completada.

Na noite que a lua seria cheia ela ficou de olhos presos no casal, não queria perde-los de vista.
O casal seguiu para a beira do rio onde sempre iam refrescar os pés após dançarem e Tamires os seguiu escondida.
De repente Larissa disse a Ramon que estava faminta! Ramon colheu amoras e deu a ela para se alimentar até chegarem ao acampamento. 
Larissa comeu sujando o rosto e os dois riram muito deixando Tamires com mais ódio ainda.

 Sem motivo aparente Larissa pôs as mãos sobre o estômago e gritou alto. Assustando Ramon que pensou ter colhido algum veneno junto com as amoras. Larissa com muita dor dizia

- Me ajuda pelo amor de Deus! Dói muito!!!

Ramon tentou ajudá-la, mas Larissa não o deixava carrega-la nem suspendia o rosto, porque a dor era insuportável... Ramon levantou-a a força para carrega-la até onde pudesse pedir ajuda... Quase a deixou cair... As feições dela estavam completamente mudadas, as íris eram apenas dois riscos... Seu lábio superior estava aberto a baixo do nariz em formato de coração donde surgiam duas presas enormes. Ramon desesperado com aquela transformação gritava sem parar pelo nome de sua amada.

- Larissa! Larissa minha querida! O que você está sentindo ?? O que está acontecendo meu DEUS?

Nesse momento a lua cheia despontou vermelha e majestosa clareando a beira do rio. Estava redonda brilhante e foi ficando amarelada.
Ramon abraçado a sua amada tentava de toda maneira levá-la até seu acampamento. Nesse momento o coração da moça batia tão forte que era possível sentir sobre sua pele... E com um grito desesperado de dor Larissa começou a transformar-se totalmente em um grande tigre branco... 
Diante dos olhos apavorados de Ramon que chorava sem saber o que fazer...
O cigano estava abraçado a Larissa querendo acalmá-la e acabou em baixo da pata dianteira do tigre. A metamorfose se completou com um rugido terrível e com a outra pata o tigre assustado com um humano agarrado a ele rasgou com suas garras o pescoço de Ramon dilacerando e matando-o  diante de Tamires que gritava de desespero. 

Tamires presenciando a Morte de Ramon gritava amaldiçoando seu ato... . Porque naquele momento ela percebeu que era Ramon o bem mais precioso de que falou o feiticeiro.
Ela foi até o acampamento e contou o que tinha feito.

O pobre feiticeiro ao saber que a pessoa que foi vítima do feitiço indiretamente  era seu próprio neto ficou desolado e inconsolável! Foi até o acampamento e  se entregou ao conselho Romani como culpado, mas pediu que o deixassem tentar reverter o feitiço na moça..

O Conselho permitiu! Ele tentou, mas não conseguiu! 
Não foi possível reverter o feitiço porque ele já havia colhido as almas.
O velho feiticeiro conseguiu apenas que a alma da moça que seu neto amou e que ele matou, continuasse tendo consciência de que era ela dentro do corpo de um Tigre! E assim ela não mataria mais ninguém querido. 

O feiticeiro estava em suas derradeiras horas de vida, porque deu sua alma em troca de que recebesse a luz sobre uma regressão do feitiço quando uma grande ave noturna pousou ao seu lado na mata e se transformou em um vampiro.
Ele pensou que assim seria sua morte e aceitou.
 Mas o Vampiro  o acolheu, levando-o até sua tenda. O velho contou ao Vampiro que se mostrou muito prestativo sobre o que ele fez a seu neto e a mulher que ele amava.. O vampiro disse a ele.

- Vá em paz para os confins que eu sei como libertá-la!

E o velho feiticeiro morreu. O vampiro saiu de perto dele matou a cigana Tamires  sem tomar uma gota sequer do sangue amaldiçoado dela. 
Em seguida  foi procurar o grande tigre branco.

Estou contando essa história porque vocês me disseram que um Vampiro. contou sobre o Querubim que poderia libertar Magno. E Sigel me contou que Magno tem um Mentor Vampiro. São a mesma pessoa?? O mesmo Vampiro??

Magno respondeu orgulhoso.

- É o meu mentor Last

*- O que? O Vampiro Last é o seu Mentor? – perguntou Sion

- Sim mago! - respondeu Magno:

- Aquele “Sir Elegante” que eu conheci em “minhas viagens”.
 Depois daquela grande luta que eu contei a Sigel. O “Sir Elegante” limpou as espadas com um lenço branco e o deixou o mesmo cair sobre o corpo do “cicatriz”. Em seguida embainhou as espadas, as duas ao mesmo tempo! 
E com a elegância que lhe era constante virou o corpo para direita e seguiu ao longo da avenida.

Eu continuava estático e admirado olhando-o sem me mover. Ele caminhou alguns metros e virou a sua esquerda. Nessa hora eu fui atrás dele, Sem me preocupar com as pessoas que se aproximavam do corpo do “cicatriz” Jás.
Provavelmente iriam saqueá-lo, mas eu não estava nem aí para nada daquilo! 
O meu foco, era seguir o “Sir Elegante" e pedir a ele que me treinasse.

Quando cheguei a viela na qual eu o vi entrar, não o avistei por ali! 
A princípio, Olhei para os lados procurando com os olhos ansiosos. 
A rua parecia não ter saída e mesmo que as casas que ladeavam a viela fizessem sombras, a rua estava escura demais para aquele horário. 
Eu estava cerca de 20 passos de distância quando avistei o "Sir Elegante". Ele estava de costas, imóvel.

Preparei-me para falar quando ele me perguntou

- Por que está me seguindo garoto?

Assustei-me, porque a minha primeira impressão foi ter ouvido um trovão quando ele falou comigo... A voz dele ecoava em todas as direções e bem alto. Eu temi... Tentei falar algo novamente, mas apenas balbuciei::

- SE... SE... SENHOR! Ensina-me o caminho da espada?

Ele era bem jovem aparentemente, mas fui criado a tratar pessoas com idades acima de adolescentes de Senhor e Senhora como forma de respeito.
Ele me respondeu com perguntas:

- Porque e para quê? O que voce acha de tão incrível em tirar a vida de alguém?


Ao me fazer as perguntas ele virou-se de frente para mim me olhando nos olhos... Assustei-me severamente... E cai para trás ficando sentado com as mãos apoiadas atrás de mim. Fiquei imóvel!
Não era apenas pela sua voz de trovão... O rosto dele parecia mudado... Não havia mais elegância... Era uma máscara viva com olhos vermelhos!! Possuía presas enormes e finas.
Aquele “Sir Elegante" que eu admirava era Um Vampiro e eu disse:
- Um... Um... Vampiro!!!!

Eu não falei alto, foi quase um sussurro. Uma frase dita apenas para mim mesmo. E como se eu tivesse saído do corpo me desliguei, por uns instantes me perdi em pensamentos lembrando-me das histórias fantásticas que escutava dos bardos ciganos ao redor das fogueiras durante as noites frias.

Histórias de Vampiros, de Lycans, de dragões e dos povos da floresta.


E agora ali diante de mim estava “Um Vampiro” Eu sorri inconscientemente nesse momento. Eu estava diante de algo incrível e que eu por algum motivo já adorava ao invés de temer.

- Porque está sorrindo Garoto?

A voz dele me trouxe de volta a realidade! Busquei dentro de mim a coragem ou até mesmo a necessidade para falar com todas as minhas forças e fazer o meu pedido:

- Senhor me ensina o caminho da espada! Preciso ficar forte, ágil e sábio para salvar alguém muito importante para mim. Por Favor!

Em seguida impulsionei meu corpo para frente me posicionando quase de joelhos. O “Sir Elegante” olhou-me com uma certa curiosidade. 
Ficamos assim: Eu o olhando com admiração e necessidade de seu auxílio e ele me observando, me estudando... 

"Algum tempo depois ele me disse que geralmente quando humanos viam sua forma vampiresca; gritavam e saiam correndo! Para ele só restava a opção de silenciar a vitima. Entretanto comigo havia sido diferente; Naquele dia ele havia ficado curioso com a minha reação".

- Qual é o seu nome garoto?

Perguntou-me o “Sir Elegante” Com a voz menos projetada, não tão assustadora. E eu respondi

- Meu nome é Magno Senhor! Sou um Cigano do Clã “Altın Kaplan” (Tigre Dourado)

Ao terminar de responder fui obrigado a cobrir meu rosto com as mãos porque veio em minha direção, uma ventania que me derrubou sentado outra vez  trazendo as folhas caídas na alameda. 
Quando o vento sessou e eu retirei as mãos do rosto não vi mais o “Sir Elegante” e a rua não estava mais escura.

Eu não podia crer que tivesse sido um dos meus sonhos. Foi real e mais incrível do que as histórias que eu ouvia. Eu continuava na mesma posição! Fiquei algum tempo sem querer sair daquele lugar onde estive cara a cara com “Um Vampiro”, Quando resolvi me levantar percebi que ao meu lado em um lenço vermelho havia:.

  • Um frasco com um líquido verde

  • Uma adaga pequena

  • Um colar de contas transparentes com algo dentro

  • E um bilhete
No bilhete havia escrito:

Magno a “Verbena e o carvalho branco” são as únicas ervas que podem parar um Vampiro. (são ervas tóxicas á nós.)

* Neste frasco está contido um grande veneno para nós os vampiros. Uma gotinha e voce nos deixará totalmente paralisados e com fortes queimaduras

* Esta Adaga é banhada no carvalho branco se for enfiada no coração de um vampiro original voce consegue mata-lo

* Esse Colar possui em seu interior “verbena e carvalho branco” Enquanto voce usar nenhum vampiro poderá te hipnotizar.

Foi como se eu tivesse encontrado um tesouro! Assim eu olhava para meus objetos ganhados pelo “Sir Elegante”

Finalmente algo incrível havia acontecido na minha vida!!
Na minha inocência eu pensava: 

- “se ele me deu esses objetos é porque ira me ensinar a usar as espadas como ele” 

E eu o esperava todos os dias.... 

Quando a gente é criança parece que o tempo corre em câmera lenta. Depois daquele dia passou um interminável ano.

Mas tudo mudou à partir daquele dia!

O dia que que vi o meu mestre pela primeira vez..! O dia que conheci Last Vladesk o meu Mentor... Depois.... Annnnnn???

Capitulo II 

 Magno foi obrigado a parar de contar sua história a Sion de Vangah por que  chegou trazido a ferros pelos Elfos nada menos que  Sitaara minha irmã!
Que estava nos procurando porque Dseyvar foi até “Galard” buscá-la para ajudar ele a procurar a Ciganinha Mah...
O rapto da Ciganinha de dentro do palácio de Elessar causou um reboliço em Uhat!
Seu rapto do qual os Elfos culparam Dseyvar que estava com ela foi um golpe muito duro no orgulho élfico.

Dseyvar desmoralizado precisava provar que ele não teve culpa desse desaparecimento.
Estavam os dois esperando a volta de Elessar, Magno e eu que não voltávamos nunca e a ciganinha estava agoniada com aquela espera.. 
Dseyvar aproveitou que dentro do Palácio a ciganinha estaria protegida, saiu para ver se nos encontrava nos arredores do palácio.
Afinal, Elessar e eu havíamos saído para ajudar o tigre que parecia em perigo.

O povo cigano por sua vez acha que Mah encontrou a morte nas mãos de algum mercenário. Mas não acreditam que eles a tiraram de dentro do palácio. Eles conhecem a afoita ciganinha.

Sitaara acompanhou Dseyvar até Uhat para investigar. Assim que entraram na floresta se separaram, porque os Elfos estão de cara virada para ele. Dseyvar foi para o acampamento colher pistas e Sitara foi para o lado do rio  chegando lá deu de cara com um Humano se alimentando tranquilamente na beira do rio.

 O Humano sentiu os olhos azuis de Sitaara sobre ele, suas lãs longas que passeavam em seu rosto e corou... Ele tinha diante dele uma linda Elfa! Rapidamente se abaixou tateando o chão para encontrar sua arma. Sitaara foi bastante rápida e chutou a arma dele para longe e o imobilizou. 

 O humano olhava para a Elfa com admiração. Sitaara estava em cima do corpo dele e a diferença de tamanho dos dois deixava o humano completamente constrangido. Sitaara se levantou e o revistou, ele não carregava mais nada a não ser a arma que ela chutou para longe. Mesmo assim ela continuou revistando procurando pelas camadas de vestes do humano. O toque suave das mãos de Sitaara deixava-o corado como uma cereja. 

 Sitaara estava de joelhos fazendo a revista. Depois parou de revistar, se levantou e olhou para ele de maneira curiosa. O humano não tinha barba como a maioria dos anões e era bem mais alto que um anão. Sitaara olhou bem dentro dos olhos dele e perguntou com um leve sorriso:

- Está sozinho aqui anão?

- Olha aqui Elfa! Seja lá quem voce for eu não acho que isso seja da sua conta.

Respondeu o humano aborrecido e humilhado ainda no chão sobre a mira da espada de Sitaara. Estava se sentindo indefeso demais.

Sitaara embainhou a espada e o mandou levantar. Quando ele ficou de pé ela olhou ele de cima a baixo achando estranho que aquele anão fosse tão alto. Amarrou as mãos dele e disse.

- Anda na minha frente Anão! Com cuidado ou posso feri-lo

Sitaara soltou a corda um pouco deixando o humano com liberdade de movimentos e disse :

- Anda Anão! Ou vou te carregar nas costas.

Ele olhou para ela sem parar de admirar o quão eram belas suas lãs, sua boca, seus olhos e disse:

- Olha aqui Elfa! Eu não sou um anão! Me respeita! Sou um Cigano!

Sitaara disse a ele que chama-lo de Anão, não era nenhuma afronta ou falta de respeito. Que Anão é uma raça! E por sinal, muito popular por suas falcatruas.
 O humano repetiu dessa vez com autoridade;

- EU SOU UM CIGANO!

- E o que estava fazendo um Cigano na beira do rio élfico?

- Sou do grupo de busca da Cigana Mah Esperanza!

Ao ouvir esse nome Sitaara disse que o levaria na presença de Elessar.

Elessar! Esse nome repetia como um eco na cabeça do humano os dois caminhavam em silêncio pela floresta vez por outra se olhando pelos cantos dos olhos. De repente ele perguntou:

- Posso saber seu nome?

Sitaara parou bruscamente assustando o humano. Depois deu a volta ficando na frente do “anão” e disse:

- Meu nome é Sitaara sou Capitão da guarda do exército de “Galard”

-- herr lindo nome !!

Disse o “Anão” corando e desviando os olhos na frente da bela Elfa seminua.
O Humano sentia-se confuso. Mas disse a Sitaara com toda força do coração.

-Elfa Sitaara precisa me soltar!

- Porque eu faria isso?

- Porque disseram que a Cigana Mah está morta, mas eu não acredito nisso! Eu  preciso procura-la. Tenha compaixão

Sitaara olhou para ele e perguntou:

- Como é seu nome “Anão”?

Meu nome é Enrico e eu não sou Anão!

Sitaara o levou até Dseyvar e pediu que o guardasse até encontrar-nos.

Acontece que temos outro problema... Ao ouvir a frase

“Disseram que Mah está morta”

Magno Segurou a cabeça entre as mãos como se sentisse muita dor e com um salto por cima de nós, transformou-se no Tigre sumindo entre as árvores da mata fechada de Vangah.

Precisamos encontra-lo antes, para com alguma segurança podermos procurar a ciganinha...

Precisamos acreditar que ela está viva e toda a floresta conspirará a nosso favor....
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